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Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil: Um Chamado A Reflexão

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18/05/2026 às 17h17 Atualizada em 18/05/2026 às 17h25
Por: Redação
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Lazaro Donizete da Silva é graduado em serviço social /História e Ativista Social
Lazaro Donizete da Silva é graduado em serviço social /História e Ativista Social

Desde a infância desejamos ser adultos. Imitamos comportamentos. A adolescência é um período de transição, que aproxima a pessoa do status de adulto. É natural que o desejo dessa pessoa pela maturidade possa precipitar decisões e tornar-se vulnerável as influências negativas e aos riscos de exploração.  Todos que passamos por essa idade, sem muito esforço, recorda dos riscos a que estivemos próximos ou de amigos que sucumbiram as investidas. Uma parcela significativa, ainda mais vulnerável pela situação social e cultural e sensíveis a propostas tentadoras.

A lei é um importante instrumento de proteção, muito embora, sua eficácia dependa da mudança de como a sociedade percebe e trata o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A relativação do abuso se torna o principal escudo para que pessoas possam realizar a conduta proibida e tentar eximir-se da responsabilidade, transferindo-a a criança ou adolescente. A ideia de permissão e de consentimento do ato é usado nas diversas defesas de abusadores insensíveis ao drama que leva uma criança ou adolescente a ir para a rua e expor-se a todo tipo de riscos.

Gravidezes na infância e adolescência, por si, podem gerar riscos, se tornam gigantes quando alcança uma criança em situação de vulnerabilidade social. Sem qualquer tipo de proteção e com deficiências nutricionais, não apenas o feto, mas a própria criança ou adolescente pode sucumbir ou nascer com sequelas dessa condição. 

Ao se instituir a data de 18 de maio, como marco para, a partir dela, se evidenciarem campanhas de combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, apresenta como motivo principal convocar a sociedade para reprimir, denunciar e dar apoio às vítimas. Não se trata apenas de aplicar o rigor da lei contra o abusador, mas, também, de estender a mão a criança ou adolescente vitimado pela exploração sexual e que pode precisar de médico, psicólogo, abrigo e encaminhamento educacional. TODOS SOMOS PARTE DESSE DESAFIO DE DAR DIGNIDADE COM TRATAMENTO HUMANO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES vitimados pelos instintos bestiais de algumas pessoas insensíveis a dor e ao sofrimento, que se valem de sua situação social e econômica.     

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Lazaro Donizete da Silva é graduado em serviço social /História e Ativista Social

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