
A Justiça manteve preso o empresário acusado de assassinar o ex-jogador da seleção brasileira de vôlei, Everton Fagundes Pereira da Conceição, de 45 anos, em Cuiabá. A decisão foi proferida pela juíza Edna Ederli Coutinho, do Núcleo de Justiça do Juiz de Garantias, durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (14).
O Crime: Ex-Atleta Foi Executado com Três Tiros na Cabeça
O crime chocou a capital mato-grossense na última quinta-feira (10), quando Everton foi morto a tiros dentro de uma caminhonete Amarok, estacionada na Avenida República do Líbano, uma região movimentada de Cuiabá. O ex-atleta foi atingido por três disparos na cabeça.
Empresário se entregou quatro dias após o homicídio
Quatro dias após o crime, o empresário Idirley Alves Pacheco, de 40 anos, se apresentou espontaneamente na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (14).
Em depoimento à polícia, Idirley confessou ter cometido o homicídio, mas negou que o crime tenha sido motivado por ciúmes — uma das hipóteses inicialmente levantadas. A polícia segue investigando o caso para esclarecer as reais motivações do assassinato.
O que diz a Justiça
Ao decidir pela manutenção da prisão, a juíza destacou a gravidade do crime e a necessidade de garantir a ordem pública, além de assegurar a continuidade das investigações sem interferência do acusado.
Investigação continua
A Delegacia de Homicídios deve continuar ouvindo testemunhas e reunindo provas para detalhar as circunstâncias do crime. O caso segue repercutindo entre atletas e ex-companheiros de seleção de Everton, que lamentaram a tragédia nas redes sociais.
Quem foi Everton Fagundes
Everton Fagundes Pereira da Conceição integrou a seleção brasileira de vôlei nos anos 90, sendo reconhecido por sua atuação como atleta de alto nível. Após a carreira esportiva, passou a residir em Mato Grosso.