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Polícia TRIBUNAL DO JÚRI

Réu é condenado por matar ficante da ex-mulher em Confresa

Os crimes aconteceram em novembro de 2019 em uma quitinete no bairro Jardim Planalto.

12/05/2024 às 12h58 Atualizada em 12/05/2024 às 18h02
Por: Redação
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Ilustração
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O réu Antonio Marcos Silva da Silva foi condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Porto Alegre do Norte (a 1.125km de Cuiabá), nesta terça-feira (7), pelos crimes de homicídio qualificado, ameaça e violação de domicílio. A pena arbitrada pelo juízo foi de 12 anos de reclusão, sete meses e cinco dias de detenção, em regime inicial fechado. O condenado não poderá recorrer da sentença em liberdade. 
 

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, os crimes aconteceram em novembro de 2019 em uma quitinete no bairro Jardim Planalto, em Confresa (a 1.020km da capital). Antonio Marcos Silva da Silva invadiu a residência da ex-companheira, contra a vontade dela e com emprego de violência, ameaçou-a e matou Jairo Leal da Silva Filho com golpes de faca. O homicídio foi cometido por motivo torpe e com emprego de meio cruel. 
 

Segundo informações coletadas durante a investigação, a mulher conviveu com Antonio Marcos por cerca de cinco meses. O relacionamento terminou três dias antes dos crimes, em razão do comportamento agressivo do réu e pelo fato de ele ser usuário de drogas. Um dia antes dos fatos, ela encontrou a vítima em um bar e, após beberem juntos, decidiram ir para a casa dela. 
 

Na manhã seguinte, Antonio Marcos foi até a residência da ex-namorada e pela janela do quarto viu que ela dormia com Jairo. “Motivado por ciúmes, foi em direção à entrada da quitinete e com um chute arrombou a porta. Portando uma faca na mão, disse à ex que ela também iria morrer. Em seguida, dirigiu-se ao quarto onde estava Jairo e, por meio cruel, consistente em diversos golpe de faca, ceifou a sua vida”, consta na denúncia.
 

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A ex-namorada conseguiu fugir, mas Jairo morreu no local. a

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Peixoto de Azevedo - MT
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Sobre o município A história da cidade iniciou-se na década de 1970. O nome do município se refere ao rio que banha seu território, cujo nome foi uma homenagem a Antônio Peixoto de Azevedo, tenente de milícias que, em 1819, comandou uma expedição pela região, em busca de formas de transportes em direção a Belém. A expedição também nomeou diversos rios, como o Arinos, o Teles Pires e o Rio Sangue.