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Polícia CRIME CHOCANTE

Homem admite ter matado esposa e enterrado no quintal após simular desaparecimento

Vítima estava desaparecida desde segunda; caso ocorreu em Cuiabá

05/05/2026 às 20h33
Por: Antônio Ribeiro
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Suspeito de matar Nilza enviou fotos à familia para dizer que ela estava bem. – Foto: Reprodução
Suspeito de matar Nilza enviou fotos à familia para dizer que ela estava bem. – Foto: Reprodução

O desaparecimento de uma empresária de 64 anos terminou com a descoberta de um crime na manhã desta terça-feira (5), em Cuiabá. Nilza Moura de Souza Antunes foi encontrada sem vida, enterrada nos fundos da própria residência, no bairro Parque Cuiabá.

O principal suspeito, o marido dela, Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, confessou o assassinato durante depoimento à Polícia Civil. Inicialmente, ele havia procurado as autoridades para registrar o desaparecimento da esposa, mas mudou a versão após apresentar contradições.

De acordo com a investigação, o crime teria sido planejado. O delegado Caio Albuquerque, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que o suspeito organizou previamente a ocultação do corpo.

“Ele chamou uma máquina retroescavadeira. A pessoa veio, fez o serviço normal e foi embora. Depois ele colocou o corpo e, mais tarde, chamou novamente para finalizar, como se fosse uma terraplanagem”, explicou.

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O corpo foi localizado enterrado a cerca de dois metros de profundidade, enrolado em um pano. Devido às condições do local, foi necessário o uso de maquinário para a retirada.

Outro ponto investigado é a movimentação financeira após o crime. Segundo informações preliminares, o suspeito teria transferido cerca de R$ 18 mil da conta da vítima para a própria conta.

Nilza era empresária e proprietária de uma holding, além de possuir imóveis na região. Bastante conhecida no bairro, a morte gerou repercussão e manifestações de revolta nas redes sociais.

Familiares acreditam que a motivação do crime esteja relacionada a interesses financeiros, hipótese que também é analisada pela polícia.

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O caso segue sob investigação da DHPP.

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